Coreógrafa angolana Rubina Suzeth fala sobre fase difícil e destaca importância do apoio familiar

A coreógrafa e dançarina profissional angolana Rubina Suzeth partilhou nas suas redes sociais um desabafo sincero sobre o momento difícil que tem enfrentado nas últimas semanas, marcado por desafios físicos e emocionais.

Na publicação, a artista revelou que tem passado por um período de grande desgaste, afirmando ter adoecido física e mentalmente, situação que afetou profundamente o seu bem-estar e a sua motivação diária.

“Adoeci muito física e mentalmente nas últimas semanas, emagreci, estou visivelmente abatida e pálida. Não consigo me achar bonita, me arrumo todos os dias sem vontade nenhuma de sair de casa, nada que coloco parece realmente estar bem”, escreveu.

Bloqueio criativo e pressão profissional

Rubina Suzeth explicou ainda que tem enfrentado um bloqueio mental que a impede de criar e desenvolver plenamente o seu trabalho artístico, num momento em que a sua carreira em Angola começa a ganhar maior visibilidade.

Segundo a dançarina, esse contraste entre o crescimento profissional e as dificuldades pessoais tem sido particularmente desafiador.

“Não consigo criar, estou bloqueada mentalmente, nesse momento, sem força para fazer algo muito importante. Minha carreira em Angola começa a prosperar, minha vida pessoal a degradar… a lei de Murphy me abraçou em todos os possíveis aspectos.”

Apesar das dificuldades, a artista afirmou que continua a lutar para superar esta fase.

O apoio da família como refúgio

No mesmo desabafo, Rubina Suzeth destacou o papel fundamental da sua mãe como ponto de apoio emocional, revelando que encontra conforto sempre que precisa de se sentir amparada.

“Entretanto, tenho aqui a minha mãe, onde corro sempre que me sinto desamparada. Ela não sabe, mas é naquele colo onde todas minhas feridas internas são curadas.”

A coreógrafa recordou ainda uma frase inspiradora do cantor e compositor brasileiro Caetano Veloso, citando a ideia de que todos precisam de um porto seguro emocional.

“Todo homem precisa de uma mãe.”

Mensagem de empatia e acolhimento

Apesar da fragilidade expressa no relato, Rubina Suzeth deixou também uma mensagem de empatia, encorajando as pessoas a valorizarem os gestos simples de cuidado e proximidade.

“Talvez esse post seja um lembrete para abraçarem as pessoas à vossa volta. Acho que precisamos todos, sem falas, apenas corpos que se acolhem e confortem.”

A publicação gerou diversas reações nas redes sociais, com seguidores e colegas do meio artístico a manifestarem mensagens de apoio e solidariedade à dançarina.

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